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Sexting – A importância da Prevenção

Veja as dicas que podem ajudar a prevenir/gerir este tipo de situações.

Sexting é já uma expressão comummente reconhecida pelos adolescentes, inclusive em Portugal. Este fenómeno é definido como a auto produção de imagens sexuais, com a troca de imagens ou vídeos com conteúdo sexual, através de telemóveis e/ou da Internet (mensagens, e-mails, redes sociais). 

O relatório do estudo EU Kids Online 2020, que visa estudar os comportamentos das crianças e jovens online em 19 países Europeus, relata que no espaço de um ano, um em cada quatro adolescentes portugueses recebeu, pelo menos, uma mensagem de cariz sexual.

Os riscos associados a esta prática podem passar pela violação da privacidade e o bullying, sendo essencial sensibilizar os jovens para os perigos inerentes, não deixando de lhes proporcionar um espaço seguro, no qual se sintam confortáveis para exprimir dúvidas, medos e curiosidades sobre o tema. É importante fazer este trabalho, promovendo uma comunicação saudável entre os jovens e os seus pares, bem como com os restantes atores com quem se relacionam, nomeadamente em contexto familiar e escolar. 

Deixamos algumas dicas a ter em conta, que podem ajudar a prevenir/gerir este tipo de situações:

  • Não partilhar imagens ou vídeos de cariz íntimo na internet pois, quando disponibilizados na web, é fácil perder o controlo sobre a sua utilização e partilha;
  • Acompanhar a atividade das crianças na internet e a utilização das redes sociais;
  • Supervisionar o uso de telemóvel por parte das crianças, ensinando-as e educando-as acerca das potencialidades e riscos associados ao uso das tecnologias;
  • Se necessário, investir em programas de supervisão para monitorizar a atividade dos menores online;
  • Procurar dar o exemplo: não fazer uma utilização excessiva dos smartphones e das redes sociais;
  • Promover a existência de zonas livres da utilização de dispositivos eletrónicos, nomeadamente o local da refeição e os quartos;
  • Não adicionar desconhecidos nas redes sociais;
  • Incluir as crianças e os jovens no processo de definição de regras associadas ao uso da tecnologia;
  • Ter atenção a comportamentos das crianças relacionados com o isolamento, nervosismo, falta de autoestima, insegurança, absentismo escolar, perda de apetite ou apresentação de lesões físicas.

Mais informações em:

http://www.lse.ac.uk/media-and-communications/research/research-projects/eu-kids-online/eu-kids-online-2020https://jpn.up.pt/2020/02/14/o-sexting-pede-uma-comunicacao-saudavel-entre-jovens-e-os-pais/

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